Aos dias 17...


... de todos os dias.

E isto é o que mais sinto cá dentro. 
Só isto para valer a pena contar e viver esta história de tu+eu+nós.

Um beijo, um abraço meu amor.







Na próxima sexta

Uma das palavras que mais aparece na conversa com pais (e comigo própria...) é esta coisa das birras. Nem sempre se lhe dá este nome mas anda à volta disto:

Ela não quer fazer os trabalhos!
Quando digo para ir tomar banho instala-se uma guerra civil lá em casa.
De manhã, para o vestir, parece que o estou a enfiar dentro de um colete de forças!
A comida...já não sei o que lhe faça! Até tremo, sempre que vamos para mesa. Na escola dizem que corre tudo bem e aqui...
O telemóvel ou a televisão. Se pudessem, era o dia todo naquilo. Quando é para desligar, amuam e fica o ambiente lá em casa virado do avesso.
Chora e começa aos gritos no supermercado. 

Com mais ou menos drama e cor, quem nunca?

Então, na próxima sexta-feira, dia 23, na biblioteca municipal da Sertã, é mais ou menos isto que se vai passar. Mais ou menos porque está tudo pronto e planeado mas há sempre a margem boa de o barco da ação ir ao sabor de quem nela quiser aparecer:

" A melhor forma de encontrarmos as nossas respostas, é fazermos as perguntas certas. As que se adequam à nossa realidade, vivências e filhos em particular. Cada mãe, cada pai, cada filho tem o seu mundo em construção. As birras, dos grandes e dos pequenos são apenas mais um dos temperos das relações, que se querem, sobretudo, de afectos. Birras para todas as idades será um momento para nos divertirmos e descomplicarmos as situações tipo-vulcão que acontecem diariamente. Uma conversa à volta da mesa, com o sentido prático que este assunto merece."







Convite feito. 23 novembro, 18h :)
Inscrições (gratuitas mas necessárias):
na biblioteca municipal, pelo 274 604 227 ou abelpb@gmail.com



Planos para o fim-de-semana

E mais além. 

Há uns anos para trás, desde que sou mãe, que digo a mim mesma que quero puxar o verão para o resto do ano. O verão com o seu tempo, com os seus vagares e sobretudo a capacidade que se tem de olhar para eles, de outra forma. No verão a voz séria do tem que ser, ou a tirania do relógio e horários, abranda e adoça-se e somos todos mais tranquilos com isso. 

O sentimento de ser possível 


e para todos os dias.






O que se vai Respirar?

À medida que vão crescendo, a ideia é irem sendo, cada vez mais livres. 
Primeiro agarrados a um colo e a um abraço que mesmo já não cabendo, por ali vão-se demorando no vagar das suas aventuras. Às vezes quase que parece que estão demasiado grandes para os braços que os querem acolher, mas há tanta forma de se pedir aconchego que o colo gostoso sempre será morada segura. Há tantas formas de dar colo, como há formas de os soltar e deixar ir à descoberta. Deixá-los serem livres na celebração da diferença. 

Por isso, o que se respira, no Pais que Respiram?

A diferença de cada mãe, cada pai, de cada filho, na sua individualidade e singularidade. A ideia de fazermos todos o pino, aos 6 anos, 2 meses e 3 dias, não faz mais sentido. Até porque nunca fui capaz de o fazer. E parece-me que haverá por aí mais duas ou três pessoas que também nunca o tenham feito. 

Serão três horas de (re)descoberta de quem se é na aventura de se ser mãe ou pai. Refletir um pouco sobre o que já se tem e ir trilhando caminho para onde se quer ir. Os filhos serão a desculpa perfeita do que se queira mudar... em si próprio. A mudança, para ser de verdade, começa sempre no próprio, não é? Serão debatidos alguns conhecimentos e estratégias com a elasticidade própria da plasticina: cada um molda ao formato de quem é e sobretudo, de quem quer ser como mãe e pai. Tendo sempre em vista onde se quer chegar, como família. 

Somos mais fortes quando temos mais conhecimento e informação porque temos escolha de ação. As nossas escolhas. Não as dos nossos pais, a da vizinha ou daquele amigo de que tanto gostamos. As nossas. 

No fim, nunca se fica indiferente. Não é possível. Pronto, a não ser que se seja uma anémona mas esta ação não está pensada para ser feita no mar. Apenas para o oceano de cada um. 

Assim, será à volta de uma mesa, primeiro de reflexões, saberes e emoções, e depois de bons sabores, que o palco ficará montado para o enredo deste Pais que Respiram - iniciação. Obrigatório levar fome de pensar, de saberes, de agir e da outra fome também. 

Programa das Festas
  • Espelho meu, espelho meu...quem sou eu?
  • SuperMãe, quem? 
  • A minha família dava um filme de...
  • Filhos às cores
  • Pontos de Colisão são Pontos de União
  • Postal para o Futuro


Próximo Pais que Respiram - 26 de outubro - Castelo Branco.
Informações/Inscrições: abelpb@gmail.com








PR está de volta

É dos momentos de partilha que mais gosto de dinamizar.
Porque é verdadeiro, genuíno e de coração. O meu que está em entrega e escuta, e o de quem se inscreve que leva sempre uma dose grande de vontade de fazer melhor e diferente.

O Pais que Respiram está de volta e começa já este mês em Castelo Branco, no espaço bonito do Ashtanga Yoga. 

Uma ação pensada para mimar os pais que queiram pensar estas questões da parentalidade de uma forma diferente e adaptada à sua dinâmica familiar. Prometem-se não-receitas. Cada um será dono do rumo que desejar dar, aos saberes que vou partilhar, das áreas da psicologia e do coaching parental. No fim, ninguém sai igual. 

Primeiro levantar do véu, espreitar aqui.

Inscrições/informações: abelpb@gmail.com



Ideias-Ação que ainda vão a tempo

Gosto muito da Lua. Da Lua astro e desta Lua.

Esta Lua veio lembrar dos 90 dias para o final do ano e no fundo, de que todos os dias são dias de recomeço, de uma espécie de passagem de ano, de mantermos o foco naquilo que nos é mais querido e de que nos esquecemos.

Com a hastag #proximos90dias propôs 5 desafios:

"Faça 30 minutos de exercícios todos os dias.
Liste 3 coisas pelas quais você é grata.
Não grite com as crianças
Leia três livros (um por mês!)
Tire uma categoria de alimento que você sinta que está te fazendo mal.

O objetivo disso tudo? Chegar mais feliz com você mesma no fim desse ano. Perceber que às vezes vai dar para encarar cinco coisas de uma vez, às vezes vai dar para encarar duas, e tudo bem. Entender que muitas vezes nós mesmas sabotamos nossos sucessos e isso é um ciclo que a gente precisa botar um fim. O objetivo é fazer juntas, dividir dicas, se apoiar. É, acima de tudo, saber que somos capazes de fazer qualquer coisa."

As possibilidades serão infinitas, à vontade do coração e das cabeças de cada um. Vamos a isso?

Para explorar mais aqui.