Está quase, quase no fim MAS ainda falta um teste, um trabalho, uma prova, um exame. Seja em que idade for ou o ano de escolaridade que frequentam, quem é mãe ou pai, passa por algumas destas questões:
- Como não vais fazer resumos da matéria?
- Ainda não fizeste todas as 53 fichas de trabalho?
- Porque não revês a matéria em voz alta?
- Não queres ir a todas as aulas de apoio?
Os pais têm boas intenções e eles, os filhos também. Agradecem as sábias palavras que lhes transmitem, as estratégias. Só que existe um senão. Nem sempre os filhos têm o mesmo estilo de estudo e trabalho que os pais tiveram. É preciso conhecer o filho, confiar e responsabilizá-lo na forma que mais se adequa a ele. Mas isso quer dizer que não posso sugerir nada? Pode mas pode também ver, de entre as mais de 20 formas de estudar, qual a que mais se adequa à personalidade e raciocínio dele.
Uns gostam e precisam de fazer exercícios.
Outros precisam de fazer intervalos, de quando em vez, e há quem prefira estudar em blocos de estudo maiores.
Há quem goste de fazer resumos de todas as cores e feitios.
Quem prefira estudar logo pela fresca e quem funcione melhor ao fim da tarde.
Outros gostam de sublinhar livros, colar papelinhos. Outros que apenas lêem e revêm assim.
Trabalhar o estudo é tão importante, basta descobrir como fazê-lo da melhor forma. ;)
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Ainda sobre os testes
Nesta altura do ano, em muitas casas, ouve-se mais ou menos isto:
"Mas tu já estudaste??
Tens 3 testes para a semana... não é melhor saíres do sofá e ires para o quarto fazer exercícios?
Deixa o telemóvel e pega nos livros!
... ou então ...
Larga os livros, vem almoçar. Já chega!
Mas estás a chorar porquê? É muita matéria, não é?"
Vem aí a segunda leva de testes e haverá tantas receitas, quantas famílias houver, na medida certa de paciência, na dose adequada de confiança que precisam para fazerem mais este esforço de rever e consolidar o que há para estudar. E quem os censura pela falta de vontade quando há um sol lá fora a espreitar ou uma lareira já acesa, depois de uma semana de aulas e atividades e só apetece fazer... nada? Em muitos casos eles sabem o que têm para fazer, faltando-lhes a vontade e a motivação certa para lá chegar. Em suaves empurrões de firmeza, salpicados de compreensão e carinho leva-se esta tarefa a bom porto. Os pais sabem a importância deste último esforço e eles também não querem falhar por isso, entre uns e outros, lá se há-de encontrar a fórmula certa. Seja na varanda, com uma manta estendida a aproveitar os raios de sol, no quarto com música de fundo ou na mesa da sala, alguma coisa há-de funcionar.
E isto para mães e pais ouvirem antes de emitirem decibéis de frases descoloridas, pela casa fora. No fim, vai correr bem.
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