Início da semana.
Inícios de novos ciclos. Ainda. Um ciclo tão bom de trabalho que me desafia, puxa para alguns limites e no qual me redescubro.
Uma encomenda que chegou hoje e pela qual estou grata.
Porque a felicidade continua a ser uma escolha, mesmo em dias cinzentos, com o sol a dar o ar de sua graça.
Confia
Podia ser qualquer um de nós. Pode ser qualquer um de nós.
E mais não dá para dizer. Confia. Confiemos em todas as Sofias.
Abraço grande, grande.
Para amanhã
Sim, não deixes para amanhã o que podes fazer hoje mas às vezes no hoje não cabe mais nada. Este é o projeto para amanhã e para depois e para depois ainda. E pouco para já agora porque quando se começa a acreditar já se está a dar um passo de gigante.
Bati com a porta
A promessa de reavaliar começou em setembro, em jeito de despedida desta década que me tirou e me deu muito mais.
Por isso, os balanços têm sido feitos desde então e são reforçados agora por este novo começo de ano, com cheiro de todas as possibilidades.
No meio de muitos pensamentos, tem sido recorrente a imagem de portas.
Portas bonitas e pesadas a fecharem-se e a encerrarem ciclos, pessoas, emoções. Portas que se teima em manter abertas apesar de tudo o que já se sabe que não vem de lá mas que se insiste em que sim. O tempo e os dias vão mostrando que não, que é tempo de estas se fecharem. Talvez se abram outras novas, ou não. Mas o que chega, chega. É tempo de novos ares, novas gentes, novos lugares, novos sítioes e desafios. Fechem-se portas, ficam as experiências, vivências e as muitas aprendizagens. Sem mágoas.
A vidinha é, normalmente, muito mais simples do que se pensa. Haja coragem para fechar capítulos. Haja a vontade e fé de acreditar de novo. Uma e outra vez.
Por isso, os balanços têm sido feitos desde então e são reforçados agora por este novo começo de ano, com cheiro de todas as possibilidades.
No meio de muitos pensamentos, tem sido recorrente a imagem de portas.
Portas bonitas e pesadas a fecharem-se e a encerrarem ciclos, pessoas, emoções. Portas que se teima em manter abertas apesar de tudo o que já se sabe que não vem de lá mas que se insiste em que sim. O tempo e os dias vão mostrando que não, que é tempo de estas se fecharem. Talvez se abram outras novas, ou não. Mas o que chega, chega. É tempo de novos ares, novas gentes, novos lugares, novos sítioes e desafios. Fechem-se portas, ficam as experiências, vivências e as muitas aprendizagens. Sem mágoas.
A vidinha é, normalmente, muito mais simples do que se pensa. Haja coragem para fechar capítulos. Haja a vontade e fé de acreditar de novo. Uma e outra vez.
E ainda deste Natal...de todos os dias
Este mês veio e já quase se foi.
É sempre assim com a sua intensidade e todos os anos digo que vai ser diferente e blá, blá, blé.
Ainda não cheguei lá. Um dia. Cheguei a detestar a ideia deste mês, das suas correrias, das muitas coisas para tratar, começar e acabar, das lides de última hora e minuto. Depois lá caio em mim e relembro que faz sentido e que existe por algum motivo, queira a gente ter tempo e serenidade para querer perceber.
Fica esta vontade e desejo deste Natal, de todos os dias. Apenas isto.
Feliz Natal...de todos os dias.
É sempre assim com a sua intensidade e todos os anos digo que vai ser diferente e blá, blá, blé.
Ainda não cheguei lá. Um dia. Cheguei a detestar a ideia deste mês, das suas correrias, das muitas coisas para tratar, começar e acabar, das lides de última hora e minuto. Depois lá caio em mim e relembro que faz sentido e que existe por algum motivo, queira a gente ter tempo e serenidade para querer perceber.
Fica esta vontade e desejo deste Natal, de todos os dias. Apenas isto.
Feliz Natal...de todos os dias.
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