Pai Natal ... pode ser?

Gosto de coisas bonitas. Pensadas, com cores que agradam e inspiram. 

Como estas:

aqui


ou  algo assim



Lancei por brincadeira, para o universo, a vontade de ter, porque insisto e persisto que aquilo que se envia para o universo, mais cedo ou mais tarde volta.

No duche desse dia pus-me a pensar naquilo. (As ideias que já tive naquele duche... Não sei se há algum bloco de papel impermeável mas eu estou a precisar de um, antes que as ideias mergulhem com a água, ralo a fora). O que é que realmente queria, ou não, que o Pai Natal de todos os dias me trouxesse. Que coisas me iam fazendo feliz, arrancar um sorriso. 

E assim surgiu este movimento nacional e internacional cá de casa:

Pai Natal...pode ser?

Hoje foi este desejo de ir ver estes senhores ao vivo. E que adequado o título desta música Adventure of a lifetime, e do novo álbum - A Head full of Dreams.





Pai Natal... pode ser?

Até lá, inspiro-me nesta prestação ao vivo. Sim, não precisa de ser em Paris, já me contento aqui mais perto.






E aí, o que dava mesmo jeito que o Pai Natal se lembrasse de trazer à vossa alma?

Posso?

Do dia de ontem, e dos emails que se trocam com quem nos preenche tanto os dias, acompanha e está por perto, mesmo estando longe.

O que seguiu:

"Posso faltar ao trabalho e ir correr agora para casa?
Calçar umas pantufas? (deus como tenho os pés frios...)
Enroscar-me no sofá e por lá ficar até o rabo me doer?
Beber chá?
 Posso?
Ficar quieta, quieta que até o pó fique incomodado com a minha lentidão?
E espreguiçar-me, tal preguiça e deixar a tristeza sair, devagar, devagarinho, lentidão profunda.
E ficar por ali assim."
Ela respondeu-me que sim, que poder, poder podia. Mas que no fundo não dava. E eu sabia. Mas fiquei melhor porque às vezes, muitas vezes, falar ajuda a curar.

Imagem aqui.

Acreditar que sim

Instruções de leitura: Ler com esta banda sonora.


Não sei se é universal ou não. 

A música em mim sempre teve este efeito. Não ligo à letra propriamente dita, seja em que língua for. Ligo à língua da melodia, se sobe de tom ou não, as pausas, os ritmos...tudo é respirável. Como se fosse uma linguagem universal que me toca às emoções.

Quem me conhece sabe que as emoções fazem parte do cardápio diário: na profissão, na forma de estar, de ser, de dar, de receber. 

Acho que, por isso mesmo, posso ouvir a mesma música, vezes e vezes sem conta, até ficar enjoadinha, enjoadinha e mesmo assim, insisto até quase vomitar todas as notas. Todas as notas, e não as letras. 

Foi por isso mesmo que vi a apresentação deste filme, no sítio de inspiração de tantos dias e não descansei enquanto não descobri como se chamava esta música. Não sei quantas vezes a ouvi já... 

E ao mesmo tempo que estava a ouvi-la,
estava a ler esta história e como é uma história de determinação, 
de força, 
de coragem, 
história em que a idade não conta, 
nem o número de filhos, 
da dose certa de loucura, 
de ser sempre tempo de começar de novo, 
do nada, 
do sim, 
de muitas vezes sim, 
histórias de acreditar que sim. 

É disso que precisamos mais. Histórias de acreditar que sim.

E sim, chorei um pouco porque me fazem sempre sentido histórias de verdade, de voltar a acreditar que um dia vai ser assim, cortar a meta. As tantas que temos que cortar mas que estamos a adiar. Histórias de acreditar que sim.

Vamos a isto?

























E é isto

No fim e no princípio de muitas divergências.

No princípio e no meio de desentendimentos.

No começo e no terminar de opiniões diferentes.

Pelo meio e pelas curvas das chatices, parvoíces e tontices.

Seja em que idade for. Seja qual for a questão. Quase tudo (ou tudo...), se resolveria assim.

Um bocadinho mais.


Imagem aqui 

Colaboração das boas

As pessoas que nos rodeiam dizem muito de quem nós somos. Aquelas que nos roubam com facilidade sorrisos e acreditares. 

Gente boa à nossa volta, torna-nos melhores. A partilha de energias faz com que se multipliquem e por esse motivo, quando estamos assim rodeados, acreditamos em ver mais além.

Dias que acabam tão bem. Como este dia de hoje em que mais uma parceria boa com a Happy Woman Details resulta na publicação de mais um texto-filho.



3 verdades sobre os outros...Para ver aqui.




Verdade em forma de amarelo

O ano novo foi festejado há uma semana e continua esta vontade de me manter motivada em agarrar este ano pelo gasganete. E como a estrada já tem algum caminho tenho esta certeza de que é preciso alimentar a alma e a vontade, mais ainda do que o corpo. 

Hoje veio parar-me isto às mãos. Uma vontade de todos os dias.



Imagem aqui