E às vezes, a filosofia profunda da vida resume-se a isto:
Sms sobre uma baleia
Eram perto das 16h. Confirma se recebeu alguma sms em resposta à que tinha enviado: "Como estás?"
5 longos minutos depois, a Caetana respondeu-lhe:
"Vou respirar. Vou respirar muitas vezes. Vou respirar, e arfar como se não houvesse amanhã. Vou respirar e arfar como se fosse uma baleia. É isso."
Uma baleia. Uma baleia que respira e arfe. São estes os dias que temos. De boca e pulmões grandes para a vida. Até que a vida volte a respirar ao seu ritmo.
5 longos minutos depois, a Caetana respondeu-lhe:
"Vou respirar. Vou respirar muitas vezes. Vou respirar, e arfar como se não houvesse amanhã. Vou respirar e arfar como se fosse uma baleia. É isso."
Uma baleia. Uma baleia que respira e arfe. São estes os dias que temos. De boca e pulmões grandes para a vida. Até que a vida volte a respirar ao seu ritmo.
Uma pergunta
Uma pergunta.
Se sabemos exactamente o que nos faz feliz, o que nos provoca sorrisos, o que nos dá aconchego ao coração e à alma... Porque raio não o fazemos mais vezes?
Existem tantas coisas que nos transportam para um mundo de maior serenidade e plenitude. Tantos pequenos-grandes gestos. Por isso, se há tanta coisa boa por aí, porque simplesmente não o fazer mais vezes, todos os dias?
Como agora, em que tenho aqui mesmo juntinho a mim, a princesa mais linda deste universo e o próximo. E por isso mesmo hoje fico por aqui. Porque é urgente e fundamental fazer tantas e tão boas coisas diariamente... como estar com ela neste presente do agora.
Se sabemos exactamente o que nos faz feliz, o que nos provoca sorrisos, o que nos dá aconchego ao coração e à alma... Porque raio não o fazemos mais vezes?
Existem tantas coisas que nos transportam para um mundo de maior serenidade e plenitude. Tantos pequenos-grandes gestos. Por isso, se há tanta coisa boa por aí, porque simplesmente não o fazer mais vezes, todos os dias?
Como agora, em que tenho aqui mesmo juntinho a mim, a princesa mais linda deste universo e o próximo. E por isso mesmo hoje fico por aqui. Porque é urgente e fundamental fazer tantas e tão boas coisas diariamente... como estar com ela neste presente do agora.
Dói a garganta
Dói a garganta. Então cala-te.
Dói a alma. Então silencia.
E quer seja o corpo ou a alma a doer, no silêncio, encontram-se respostas. Serena-se a mente, devagar. Com paciência. Com muita, muita paciência. Paciência em ouvir os mesmos e constantes queixumes e cansaços e deixá-los partir. Um a um.
No silêncio em sossegar a mente e o coração. Porque as respostas vêm. Vêm sempre, quando a mente fica em silêncio e se deixa o coração falar.
Apenas isso, sossegar cá dentro. Cada dia um pouco mais.
As voltas e o norte
Às vezes a vida dá voltas. E reviravoltas. Tantas que se perde nas curvas, nas subidas e descidas.
Quando tudo parece certo e a encaixar, aparece um atalho pronto a passar uma rasteira. E a questionar tudo, mais uma e outra vez. As perguntas são importantes. Mesmo que doam, mesmo que cansem. Tudo o que dói acaba, eventualmente, por sarar. Talvez. Na dúvida, segue-se para norte. Pelo norte que são eles.
Respira-se. Uma e outra vez. Respira-se muito, muito. Volta-se ao básico. A lei da sobrevivência assim o dita.
Agarra-se ao que importa e ao que é mesmo mais importante. Sempre. No início e no fim. Eles. E nós. E nós neles. Encontrar o norte, sempre. Por eles, por nós. Mas no início e no fim, são estes dois.
Quando tudo parece certo e a encaixar, aparece um atalho pronto a passar uma rasteira. E a questionar tudo, mais uma e outra vez. As perguntas são importantes. Mesmo que doam, mesmo que cansem. Tudo o que dói acaba, eventualmente, por sarar. Talvez. Na dúvida, segue-se para norte. Pelo norte que são eles.
Respira-se. Uma e outra vez. Respira-se muito, muito. Volta-se ao básico. A lei da sobrevivência assim o dita.
Agarra-se ao que importa e ao que é mesmo mais importante. Sempre. No início e no fim. Eles. E nós. E nós neles. Encontrar o norte, sempre. Por eles, por nós. Mas no início e no fim, são estes dois.
Quero ser um Caracol
Quero ser um caracol. Só por hoje.
Quero ser um caracol e levar um pouquito da casa às costas e os meus. E irmos l-e-n-t-a-m-e-n-t-e por esse mundo.
Quero ser um caracol e parar. E ficar ali a comer. E andar mais um pouco d-e-v-a-g-a-r-i-n-h-o.
Quero ser um caracol. Ou uma preguiça. Um caracol-preguiça. Pode ser?
Dia Bom e Bonito!
Quero ser um caracol e levar um pouquito da casa às costas e os meus. E irmos l-e-n-t-a-m-e-n-t-e por esse mundo.
Quero ser um caracol e parar. E ficar ali a comer. E andar mais um pouco d-e-v-a-g-a-r-i-n-h-o.
Quero ser um caracol. Ou uma preguiça. Um caracol-preguiça. Pode ser?
Dia Bom e Bonito!
Ora vira lá
E por vezes, mesmo quando os dias começam exatamente como não se quer, é revirá-lo das entranhas, pintá-lo de todas as cores (que é como quem diz, de todas as escolhas, TODAS as que estiverem ao nosso alcance) até que volte, no sentido em que nos deixa onde o queremos. Na direção certa de nos fazer sorrir.
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